segunda-feira, 2 de outubro de 2023

ATEEZ PRESENT!!!

Aline e eu - minha cara entrega o cansaço, mas o coração tava feliz!

No meu encontro de vida com o K-pop acabei me apaixonando por alguns grupos, em especial o Ateez. 

As músicas, as letras, a paixão durante as performances, o quanto os caras parecem ser ótimas pessoas (pelo que podemos ver em entrevistas, shows, programas de variedade, vlogs, etc.), tudo isso foi me ganhando até eu precisar admitir que o Ateez é meu grupo musical favorito no momento.

Quando soube que eles fariam show no Brasil eu fiquei primeiro eufórica e em seguida pensei "Ok, não vou poder ir. Mas torço pra que seja ótimo, esgotem os ingressos e eles queiram voltar num futuro próximo, de preferência mais perto de onde eu moro", e segui minha vida com aquele pesarzinho no coração. Sinceramente não me via em condição de ir.

Encontrei a Aline um tempo depois e fui toda marota mostrar alguns clipes e performances do grupo pra ela, que também gostou muito, e comentei que ia rolar o show em SP. Ela que já tinha percebido o quanto gosto deles me ofereceu o ingresso de presente e eu fiquei até sem saber o que fazer na hora rsrs

No fim das contas fomos juntas e foi uma experiência fasntástica sob muitos aspectos! 

Houveram problemas em relação à produtora do evento com preços altos, filhas kilométricas com quase nenhuma sinalização/staff pra nos orientar, os portões abriram atrasados, a posição do palco B em relação a pista foi completamente diferente do mapa de venda dos ingressos (dá pra entrar com processo sobre propaganda enganosa ou algo do gênero, tamanha a disparidade), o palco não foi tão alto quanto precisava o que tornou basicamente impossível ver o grupo pra quem estava na pista (eu mesma basicamente só vi pelo telão), entre outras coisas. 

Mas o Ateez etregou tudo de si e mais um pouco. As apresentações foram maravilhosas, cantaram e dançaram demais, interagiram de maneira massa com o público. Todos eles são lindos pelas fotos/vídeos online, mas fiquei muito chocada de constatar o quanto o Hongjoong e o Yunho são ainda mais bonitos pessoalmente! rsrs

Nunca estive num show com uma energia tão incrível entre artistas e público. E nunca tive uma experiência tão fantástica em relação as pessoas que estavam ao meu redor: só tinha gente gentil, respeitosa e simpática dividindo aquele momento especial.  

O Jongho infelizmente não pôde participar por causa de uma lesão e foram vários os momentos emocionantes em que os membros do grupo falavam sobre ele e nós cantávamos as partes dele nas músicas, gritamos seu nome e torcemos muito pra que eles voltem logo e com a formação completa.

Confesso que meus olhos encheram de lágrimas quando rolou Aurora. Ela tem um lugar especial no meu coração e, apesar de não ser uma das músicas em que o Jogho tem seus vocais mais épicos, é uma em que a voz dele é especialmente importante pra mim.  

Acho que nunca cantei tanto, gritei tanto, dancei tanto no meu lugarzinho num show. Foi mágico poder presenciar as apresentações ao vivo. Foi mágico gritar em uníssono o high note do Jongho em Wonderland -  Symphony nº 9 e sentir o estádio todo tremer quando gritamos "break the wall" (e pulamos muito!) em Guerrilla com toda a potência que ainda existia nos nossos corpos.

Mesmo com todas as questões técnicas que vieram pra atrapalhar e a chuva que nos acompanhou desde as horas nas filas até o fim do show, foi realmente uma experiência INESQUECÍVEL com todas as letras.

Saí do show prometendo a mim mesma que começaria um cofrinho na semana seguinte porque no próximo show eu quero estar colada no palco - e tenho consiência de que vai ser bastante caro. ^.^'

A viagem foi ótima, revi pessoas que amo muito (e estava morrendo de saudades!), e passei momentos muito felizes com minha família. Mas, como aprendi a evitar fotos das crianças online, dessa parte não vai ter fotinhas aqui.

Na verdade, as únicas fotos que tirei no dia do show foram essa selfie com minha querida Aline e uma do palco antes do show começar. Quando iniciou, tudo o que eu queria era estar presente naquele momento, então guardei o celular e só peguei de volta quando tudo acabou. Eu sabia que outras pessoas filmariam e eu ia poder rever tudo depois rsrs


Turbulence - Ateez em São Paulo, 26/08/2023 
filmado pela Aline. 

No canal do YouTube  T-Amy TKSSO  existe uma  Playlist  com vários vídeos do show no Brasil. Vale muito a pena assistir <3

E tem alguns momentos bem especiais desse show registrados no TikTok:

- Nós gritando "ATEEZ PRESENT!" com o Hongjoong, vídeo de Iktobio;

- Atinys cobrindo o High note do Jongho em Wonderland, vídeo de Lay;

- O fanchant de "BREAK THE WALL" no Brasil, o maior que já se viu \o/ (até então, pelo menos), vídeo de mary anna;

- Compilado de momentos especiais/interações do show em São Paulo pro coração ficar quentinho, vídeo de Nath.  


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terça-feira, 1 de agosto de 2023

Agnes Nunes

 

AGNES - Terezinha (Prod. Serour , Neobeats) I Visualizer

Conheci Agnes pelo Spotify. Uma música dela foi sugerida automaticamente após outras coisas que eu estava ouvindo, fiquei encantada com a voz e decidi ouvir mais coisas.

E foi assim que conheci "Terezinha".

Sempre que ouço essa música eu choro. Felizmente hoje em dia a saudade da minha mãe já tem uma forma mais amigável, acompanhada de um coração quentinho, mas sigo sempre me emocionando bastante.

Eu entendo várias problemáticas que existem em deixar ativada a opção de ouvir as músicas sugeridas, mas é por pérolas como essas que eu não desativo. 


Inhotim em Cena 2021: Agnes Nunes na Galeria Rivane Neuenschwander

E aqui vejam Agnes em apresentação ao vivo com o musicista Ramon Calixto em Inhotim.

Essa apresentação é maravilhosa de tantas formas! A voz e o violão lindos, a visão sublime de Agnes neste azul, as projeções na galeria... 

Me toca muito e eu fico extremanente feliz com a oportunidade de experienciar a existência e o trabalho dessas pessoas.

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Saúde Mental: para além do diagnóstico (Mamilos Podcast)

 

Acesse o episódio AQUI

Ontem me indicaram e eu ouvi esse episódio do Mamilos.

Ele começou como alguém me pegar pelos ombros e sacudir com força pra depois terminar como um abraço quentinho que me ajudou a esperançar a vida.

A sensação de não-lugar que me habita desde sempre, de inadequação, de não pertencimento, teve um novo olhar aplicado sobre si depois de presenciar esse diálogo. E esperançar é algo essencial pra minha vivência.

O quentinho no coração de conseguir olhar, como o que parece ser pela primeira vez, pras minhas caracterírsticas pessoais, minhas estranhezas, minhas ferramentas de sobrevivência de uma perspectiva só minha. Despida do olhar carregado do que me parecem ser as expectativas das pessoas à minha volta, dos padrões desejados pelas redes sociais, das vozes alheias que por anos a fio habitaram minha mente.  

E, de repente, conseguir me perceber com os meus sentidos que estiveram esquecidos: aqueles que poderiam passar - com alegria - horas assistindo passarinhos existindo no quintal, vendo as nuvens percorrerem seu caminho, ouvindo o móbile de som mais lindo que já presenciei ressoar pela varanda da fazenda da minha avó enquanto sentia a brisa passando pelo meu corpo deitado na rede.

Me expressar artisticamente é ferramenta de sobrevivência psíquica, acho que já falei sobre isso algumas vezes aqui. Mas eu ainda assim me sentia deslocada fazendo. Seguia em frente sempre lutando contra as vozes internas que me falavam o quanto eu não era boa o suficiente pra isso. 

Ontem, depois do podcast, eu consegui sentir pela primeira vez o desejo de fazer minhas coisas com a leveza de não ser acompanhada por essas vozes. Sem a sensação física de peso sobre os ombros.

Pela primeira vez em nem sei quanto tempo, senti que eu não era "um objeto com defeito de fabricação". Sou apenas eu e, dessa vez conseguindo sentir isso genuinamente, tá tudo bem ser assim.

Escrevo isso ouvindo a voz encantadora de Agnes Nunes me nutrir por dentro. Vou falar um pouco sobre ela logo mais. 

Um abraço a quem, talvez, venha a ler isso!

Torço pra que vc se dê a oportunidade de ouvir esse cast também.

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sexta-feira, 12 de maio de 2023

Strings - Taemin (Cantante - covers meus)

 


Taemin está de volta!!!

E eu mesmo com a garganta ruim por estar doente faz tempo, decidi gravar um trecho de Strings, que é uma das minhas músicas favoritas dele. A luz natural deixou meu cabelo em chamas, é engraçado de ver.

Já peço desculpa a quem de fato entenda coreano se eu tiver falado merda por pronunciar errado alguma coisa. Infelizmente por enquanto não entendo nada do idioma, mas no futuro eu vou aprender \o/

Minha relação com o K-pop começou a pouco tempo mas tem sido um mergulho intenso. E, em meio a milhões de descobertas, um artista que me marcou muito foi o Taemin. 

Recentemente ele voltou do serviço militar e eu fiquei muito feliz em saber que está saudável física e mentalmente (precisou tratar sintomas de depressão e ansiedade durante o serviço militar), e que decidiu retornar à música.

Ele tem trabalhos intensos em vários aspectos e eu gosto muito tanto de ver quanto ouvir. É engraçado como tem obras que tocam a gente de maneira diferente. As músicas e performances do Taemin falam com algo visceral em mim. Eu nem sei colocar em palavras mas eu sinto uma identificação intensa, meu corpo responde para além do que minha racionalidade consegue acessar.

Vou deixar alguns aqui <3


SHINee TAEMIN 태민 샤이니 Rise Live TAEMIN Japan 1st TOUR SIRIUS


TAEMIN 태민 'Advice' MV
(essa foi a 1ª música que eu ouvi dele e segue uma das favoritas)


TAEMIN(태민) - Heaven @인기가요 inkigayo 20201115


TAEMIN 태민 'MOVE' #1 MV

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The Now (poesia)

 



The Now

Wat are we

what are we
doing today?

With our fears,
with our dreams,
with the sleep we should be taking?

But our uneased heads
just don't stop thinking.

We're here,
today,
existing.

Should we be doing 
more than that?

They say we should,
but I don't want to.

Just want to be
driven away
by the melodies I love.

Flow with the internal wind,
feel with all my skin,
taste life with my own pores.

Stain my fingertips
with the colours of my drawings.

Feel where can I go
with the voice I have now.
To sing in any language,
to feel every word I'm saying.

I am,
right now.

So I breath.


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Um tempo atrás estávamos eu e um amigo dialogando sobre o peso das cobranças da sociedade em adultecer. Sobre o quanto ficamos presos a pagar boletos, cumprir horários e suprir as expectativas das outras pessoas, ao invés de simplesmente existir, sentir a natureza, fazer coisas que nos tocam emocionalmente - como com a leveza que tínhamos em experimentar o mundo quando crianças.   

Vivendo de ansiedades e futuros ao invés de sentir o momento presente. Sobre a dificuldade em fazer novos amigues adultes que de fato estejam buscando conexão emocional ao invés de só falar de sexo/bebidas e a sensação de inadequação sobre buscar amigues crianças (porque é estranho e socialmente questionável uma pessoa adulta querendo ser amiga das crianças lá). Ele falando da vivência dele enquanto pessoa atípica e queer na sociedade alemã e eu sobre minhas vivências daqui.

Essa conversa ficou reverberando dentro de mim e tive o impulso em escrever a respeito. Saiu em inglês poque é o idioma em que a gente conversa e é a textura das palavras que estavam precisando surgir naquele momento.

Foi uma experiência muito interessante porque eu sempre escrevi poesia apenas sobre os meus sentimentos/sensações e dessa vez o que saiu foi uma mistura das minhas e das dele. Fiquei com o coração quentinho no processo.

Observações aleatórias: a foto foi feita por mim segurando uma florzinha muito cheirosa que encontrei no chão caminhando para a terapia - aparentemente é uma frangipani (plumeria), pelo que consegui pesquisar. E essas são minhas sempre curtas unhas, pintadas pela primeira vez desde que estava grávida da Saphira (tem uns 5 anos isso). Eu tava querendo colocar um pouco mais de cor no meu dia a dia e o momento pareceu propício. 

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sexta-feira, 10 de março de 2023

Hype Boy - New Jeans (Turma de K-pop Iniciante BSDC)



Música: Hype Boy
Artista: New Jeans
Álbum: New Jeans
Lançamento: 2022
 

Resultado de duas aulas de janeiro na nossa turma da Backstage. Apanhei muito pra aprender essa coreografia, mas no fim foi bem divertida de dançar.

Tô tentando me lembrar que eu também mereço apenas me divertir, sem pensar tanto, tão intensamente sobre tudo. E essa é uma coreografia que se encaixa nisso!

Em geral não escuto/assisto muito Girls Groups porque me geram alguns incômodos (eu chamaria de gatilhos em menor escala) que não estão relacionados a eu achar ou não que os grupos são talentosos/fazem um bom trabalho. Mas vou deixar pra bater textão sobre isso outro dia. 

O foco, Emília, dessa vez, é só o divertimento \o/ 

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